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quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Paulo Mourão critica governo e falta de transparência nas aplicações financeiras do Igrepev


De volta ao cenário apolítico após a derrota nas eleições do ano passado, o ex-prefeito de Porto Nacional Paulo Mourão (PT), em entrevista aoCT, disparou críticas contra o governo do Estado e lançou dúvidas em relação às aplicações financeiras dos recursos do Instituto de Gestão Previdenciária do Tocantins (Igeprev).
“Esse estado tem no próprio Igreprev mais de R$ 1,8 bilhões aplicados, ninguém sabe aonde. Creio que ai se possa até perguntar se é para o BMG porque ele estava dando helicóptero para o governador viajar”, afirmou o ex-prefeito. Segundo Mourão o estado possui cerca de R$ 800 milhões aplicados em bancos não identificados. “Esse estado tem R$ 540 milhões em aplicados, R$ 173 milhões em aplicações financeiras, R$ 70 milhões em cadernetas de poupança e R$ 16 milhões em crédito tributário”, pontuou Mourão.
De acordo com Mourão, a desvinculação do ajuste automático dos salários de procuradores e defensores com os subsídios dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) é um “disparate”. “Não se pode fazer uma redução salarial propondo desqualificar ou desconstitucionalizar os ganhos adquiridos por uma classe. Esse governo quer quebra as liberdades civis constituídas nesse estado”, disse o ex-prefeito.
Paulo Mourão lembrou da ação do governador Siqueira Campos, que resultou na licença do deputado estadual Freire Júnior (PSDB) para a secretaria de Assuntos Legislativos e Operações de Crédito, em Brasília. “Esse governo quer diminuir salário de promotores e defensorias mas está criando secretarias em Brasília, que geram muito mais despesas, sem nenhuma finalidade ou função. Esse tipo de ação pode quebrar o Estado”, disse Mourão.
Fonte: Portal CT

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