“Já liguei no hospital várias vezes e eles me informam que é necessário que eu vá até Brasília para tentar conseguir a vaga. E essa luta acontece desde que sofri o acidente. Queria muito voltar a andar novamente”, desabafou.
Alves, que trabalha o dia todo, explicou ao Site Roberta Tum as dificuldades vividas por causa da situação. “Eu ando de muleta 1 km até chegar ao trabalho, depois faço almoço e retorno para a escola. Diante da minha dificuldade de locomoção acabo não saindo para lugar nenhum a noite”, contou Alves.
Segundo o auxiliar administrativo, que é órfão de mãe e mora sozinho, seu maior sonho é voltar a andar sem o auxílio da muleta . “O médico do Hospital Geral de Palmas disse que para que eu volte a andar normalmente é necessário que eu faça uma cirurgia e que eles não podem fazer porque eu corro o risco de ficar tetraplégico . Como em Palmas não tem como fazer ele disse que é preciso que eu consiga uma vaga com um ortopedista no Sarah Kubitschek, mas eu não tenho condições financeiras para ir até lá”, explicou .
Alves contou ainda que sofre bastante com o problema que tem na bexiga, que ficou comprometida após ao acidente. Segundo informou, é necessário que faça um exame para verificar se há possibilidade de resolver o problema e parar de usar a sonda, mas o Sus não cobre o exame. “O Sistema não cobre e por isso mesmo que quero pedir ajuda. É muito difícil ficar nessa situação”, informou.
Família
Segundo Alves, a situação ainda é pior porque sua família não tem condições de ajudá-lo. “Meu pai mora em uma fazenda em Novo Acordo, minha mãe já faleceu e minhas duas irmãs não têm condições financeiras para cuidar de mim. Por isso moro só e tento me virar mesmo com minhas limitações. Peço encarecidamente que quem puder me ajude a chegar até o hospital”, finalizou.
Quem puder oferecer algum tipo de ajuda pode entrar em contato pelo telefone 9978-7087. (Colaborou Monik Helen)
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