Conforme a Folha mostrou em agosto, a cúpula do ministério forjou a licitação usando documentos de outras instituição, a FGV, que jamais foi consultada sobre o procedimento. A Fundasp recebeu R$ 5 milhões pelo convênio de treinamento.
Segundo o órgão de controle, parte dos serviços eram desnecessários e não foram cumpridos, o que gerou prejuízo.
O contrato, segundo denúncia de um servidor, foi intermediado pelo lobista Julio Fróes.
Segundo a CGU, “confirmou-se que a empresa do Júlio Fróes, Instituto Antares de Ensino Superior e Projetos Educacionais, presta serviços à PUC-SP, mantida pela FUNDASP (…) Comprovou-se, ainda, que a filha do citado lobista é empregada de firma terceirizada que mantêm contrato com o ministério”, informa o relatório.
Fonte: Folha
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