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terça-feira, 8 de novembro de 2011

Conferência discute políticas públicas para lésbicas, gays, bissexuais, travesti e transexuais


O evento teve como tema: Por um Tocantins livre da pobreza e da discriminação - Promovendo a cidadania de lébicas, gays, bissexuais, travestis e transexuaisCom o tema "Por um Tocantins livre da pobreza e da discriminação: Promovendo a cidadania de lébicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais", a Secretaria da Justiça e dos Direitos Humanos, em parceria com a SDH/PR, Seduc, Sesau e Secretaria Estadual de Esporte e Juventude, UFT, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Tocantins – IFTO, Defensoria Pública do Estado do Tocantins e Giama, realizou, nos dias 05 e 06 de novembro, a 2ª Conferencia Estadual de Políticas Públicas e Direitos Humanos LGBT.

A abertura oficial contou com a presença de Gustavo Bernardes, Advogado e Coordenador Geral de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos da Presidência da Republica; Vanessa Trigilo, Superintendente de Proteção dos Direitos Humanos e Sociais; Renilson Cruz, Diretor do Grupo Ipê Amarelo pela Livre Orientação Sexual/Giama; Claudenice Passos Palacci, Diretora de Educação Indígena e Diversidades da Secretaria da Educação; Rosimar Mendes, Coordenadora da Mulher, Direitos Humanos e Equidade da Prefeitura de Palmas e José Rodrigues Santiago, presidente do Sintet e CUT.
Durante a Conferência foram realizadas duas mesas redondas sobre políticas públicas para a população LGBT no Brasil e no Tocantins, a aprovação do regimento interno, além de discussões em quatro grupos de trabalho. Ao final, foi realizada a plenária final e a eleição de 16 delegados que representarão o Tocantins na Conferência Nacional que acontecerá em Brasília (DF) entre os dias 15 e 18 de dezembro.
Para Fernanda Benvenutty, enfermeira e militante transexual brasileira dos Direitos Humanos LGBT, presidente da ASTRAPA (Associação dos Travestis da Paraíba) e Coordenadora da Região Nordeste da ANTRA (Associação Nacional de Travestis e Transexuais), a maior dificuldade é a falta de oportunidade de emprego e renda, o que leva 80% da população LGBT à prostituição. “Necessitamos da efetivação de políticas públicas, tanto na esfera municipal como na esfera estadual, com a criação de coordenadorias, conselhos e orçamento”, disse.

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