O adolescente de 16 anos relatou ainda à delegada que, após o pai voltar à escola para perguntar se os filhos tinham pegado a arma, ele teria dito ao irmão mais novo que ele poderia olhar a mochila se quisesse.
- Ele [o menino de dez anos] disse que estava tendo uma atividade e que não ia fazer isso. Ele [o irmão mais velho] não percebeu nada de estranho.
O jovem contou ainda a Lucy que o irmão não tinha problema com nenhuma professora.
- Eles conversavam bastante, se confidenciavam. Ele falava sempre bem dos professores. Tinha uma que ele mais gostava, mas não era a Rosileide.
O pai e a mãe do menino também foram ouvidos na manhã desta quarta-feira. O depoimento de cada um deles durou cerca de uma hora. Segundo a delegada, os depoimentos não foram "de muita surpresa". A família confirmou que o menino era bem comportado e não demonstrava estar com nenhum problema.
A mãe da criança reconheceu o desenho feito pelo menino, em que ele supostamente aparece segurando uma arma na escola aos 16 anos.
Por volta das 14h, a delegada já havia concluído os depoimentos dos parentes do menino de dez anos. Eles tiveram início por volta das 9h20. A família da criança chegou escoltada pela Guarda Civil Metropolitana.
Novo depoimento
Novo depoimento
A professora Rosileide Queiros de Oliveira, que foi atingida pelo disparo, deve ser ouvida na quinta-feira (29) pela Polícia Civil dentro das dependências do Hospital das Clínicas, em São Paulo. Ela está internada no local desde a última sexta-feira (23).
Ainda nesta quarta-feira, Rosileide deve ser operada mais uma vez em São Paulo. A informação é da assessoria de imprensa do Hospital das Clínicas. A nova cirurgia será feita no joelho esquerdo.
Ainda nesta quarta-feira, Rosileide deve ser operada mais uma vez em São Paulo. A informação é da assessoria de imprensa do Hospital das Clínicas. A nova cirurgia será feita no joelho esquerdo.
De acordo com a equipe médica, a intervenção ocorrerá para fixar a rótula – ao ser baleada, ela fraturou o joelho. A professora já foi operada na região do abdome para remover uma bala.
Na tarde de segunda-feira (26), a delegada ouviu a diretora da escola, depoimento que inicialmente estava previsto para a última sexta-feira (23). Já na próxima segunda-feira (3), a delegada deve ouvir três amigos próximos do menino. Os depoimentos serão colhidos na prefeitura e acompanhados por psicólogos.
Crime
O aluno da 4º série entrou na sala de aula e atirou na professora por volta das 15h50 de quinta-feira (22). Em seguida, ele saiu da aula e disparou dois tiros contra a própria cabeça. No momento estavam na sala de aula 23 alunos. Tanto o estudante quanto Rosileide foram socorridos com vida.
O menino foi atendido no Hospital de Emergência Albert Sabin, na avenida Kennedy, em São Caetano, e teve duas paradas cardíacas. Ele morreu às 16h50.
A professora foi levada de helicóptero da Polícia Militar e, em seguida, encaminhada ao Hospital das Clínicas, em São Paulo.
Na tarde de segunda-feira (26), a delegada ouviu a diretora da escola, depoimento que inicialmente estava previsto para a última sexta-feira (23). Já na próxima segunda-feira (3), a delegada deve ouvir três amigos próximos do menino. Os depoimentos serão colhidos na prefeitura e acompanhados por psicólogos.
Crime
O aluno da 4º série entrou na sala de aula e atirou na professora por volta das 15h50 de quinta-feira (22). Em seguida, ele saiu da aula e disparou dois tiros contra a própria cabeça. No momento estavam na sala de aula 23 alunos. Tanto o estudante quanto Rosileide foram socorridos com vida.
O menino foi atendido no Hospital de Emergência Albert Sabin, na avenida Kennedy, em São Caetano, e teve duas paradas cardíacas. Ele morreu às 16h50.
A professora foi levada de helicóptero da Polícia Militar e, em seguida, encaminhada ao Hospital das Clínicas, em São Paulo.
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