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terça-feira, 26 de outubro de 2010

Políticos lamentam morte de Romeu Tuma no Twitter

Senador morre em São Paulo aos 79 anos
Senador faleceu nesta terça-feira em SP devido à falência múltipla dos órgãos
Colegas de Romeu Tuma (PTB-SP) no Congresso, deputados federais e senadores estão usando suas páginas no Twitter para lamentar a morte do parlamentar, que faleceu nesta terça-feira (26) em São Paulo após sofrer falência múltipla dos órgãos.

Veja, abaixo, algumas das declarações dos políticos brasileiros no Twitter.

Michel Temer (PMDB-SP), presidente da Câmara dos Deputados
- Lamento o falecimento do senador Romeu Tuma. Minha solidariedade à família.

Demóstenes Torres (DEM-GO), senador
- O senador Tuma vai fazer falta ao cenário político brasileiro, mas com certeza tem o seu nome inscrito nas posições mais altas da República.

Delcídio Amaral (PT-MS), senador
- Triste com a perda do amigo, companheiro e conciliador, o senador Romeu Tuma. O Senado e o Brasil perdem uma grande figura humana.

Arthur Virgílio (PSDB-AM), senador
- Tuma, homem da segurança, delegado da Polícia Federal, corregedor do Senado, jamais deixou a firmeza ofuscar a ternura.

Serys Slhessarenko (PT-MT), senadora

- Perda lamentável para SP e para o Brasil, Romeu Tuma era um homem justo e um excelente senador! Minhas condolências aos familiares e amigos

Renato Casagrande (PSB-ES), senador e governador eleito do Espírito Santo
- Lamento o falecimento do senador Romeu Tuma, que nos deixou esta tarde. A política brasileira perde um grande parlamentar.

Eduardo Suplicy (PT-SP), senador
- Adiei minha ida para Brasília para poder acompanhar o velório do senador Romeu Tuma, meu colega no Senado.

Tuma morreu no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, onde estava internado desde o início de setembro. Ele deu entrada no hospital com uma afonia (perda de voz).

Segundo o Senado, o corpo do parlamentar será velado na Assembleia Legislativa de São Paulo.

No dia 2 de outubro, Tuma foi submetido a uma cirurgia no coração. A equipe médica implantou um “dispositivo de assistência ventricular”, que funcionava como um “coração paralelo” dentro do corpo.

De acordo com seu filho, o médico Rogério Tuma, o equipamento tinha como função bombear a circulação do sangue nas artérias. Na ocasião, Rogério Tuma explicou que o quadro de saúde do senador era estável, mas delicado. Segundo ele, seu pai sofria de uma desidratação.

Como os médicos não conseguiram hidratá-lo, em função da insuficiência cardíaca que ele tem há cerca de 15 anos, resolveram implantar o aparelho, importado da Alemanha e chamado de Berlim Heart.


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