Um inquérito da corte da cidade de Shrewsbury, na Inglaterra, concluiu nesta quinta-feira (2) que o empresário britânico Hugh McFall, de 48 anos, matou a mulher e a filha antes de cometer suicídio, supostamente por causa de problemas financeiros, informou o jornal Daily Mail.
Em fevereiro, McFall, que era dono de uma distribuidora de flores, foi encontrado enforcado na sede de sua empresa. Pouco depois, a polícia achou na casa da família os corpos da mulher, Susan, de 56 anos, e da filha, Francesca, de 18 anos. Segundo o legista, ambas foram mortas com golpes de martelo.
De acordo com a corte de Shrewsbury, McFall deixou um bilhete em que pedia desculpas pelo que havia cometido.
- Está tudo acabado agora. Eu espero apodrecer no inferno.
Empresário era suspeito de fraude
O inquérito concluiu que as dificuldades financeiras do empresário motivaram os crimes e o suicídio.
Um dia antes de o britânico assassinar a mulher e a filha, a rede de supermercados responsável por 95% do faturamento de McFall suspendera o contrato de compras do empresário por suspeita de superfaturamento.
Envergonhado e com medo de uma possível investigação policial, McFall decidiu acabar com a vida da filha e da mulher, com quem estava casado há mais de 20 anos.
Em outro bilhete deixado ao lado do travesseiro de Francesca, o empresário disse que não poderia "deixar a filha sofrer".
- Eu a amo mais do que qualquer coisa. Não poderia deixá-la sofrer.
Segundo o inquérito, McFall ligou para o serviço de emergência da cidade para avisar que havia cometido os crimes. Em seguida, o empresário foi até a sede de sua distribuidora e se enforcou.

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